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?Bichectomia: conheça mais esse procedimento?

É cada vez mais comum realizar uma cirurgia plástica. Seu acesso está muito mais fácil nos dias de hoje, o que é maravilhoso para as pessoas que não aceitam algo em seus corpos e podem, enfim, recuperar a autoestima e viver intensamente se amando cada vez mais.

O que alguns julgam uma futilidade ganha uma importância enorme para outras pessoas, afinal, somente aqueles que carregam algo que desejam mudar sabem o peso que isso tem nas suas vidas, inclusive a forma como isso afeta a autoestima. Com os avanços da medicina e da tecnologia médica quase todo o tipo de cirurgia pode ser realizada, dos mais comuns, como silicone e preenchimentos até a bichectomia, que consiste em uma cirurgia feita na bochecha.

Falaremos sobre a cirurgia, para quem ela é destinada, além de como é feito o preparo pré e pós-cirúrgico.

O que é a Bichectomia e qual o seu resultado?

A bichectomia é uma cirurgia feita na bochecha e tem o propósito de deixar a mandíbula mais aparente, diminuindo a bochecha e deixar as maçãs do rosto mais salientes.

A cirurgia de bichectomia vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil, mas em alguns países como os Estados Unidos, por exemplo, ela é amplamente realizada.

Como saber se devo fazer a bichectomia?

Como em qualquer cirurgia estética, a decisão deve ser tomada após muita reflexão, pois a cirurgia irá modificar seu corpo e a forma como você e as outras pessoas te enxergam vai mudar. Em relação a bichectomia essa mudança pode ser gigantesca, pois irá mudar todo o formato do seu rosto. Após a bichectomia seu rosto pode ficar até 70% mais fino, o que pode tornar você quase irreconhecível.

É de extrema importância consultar u profissional qualificado e não ter vergonha de perguntar nada! Lembre-se que cirurgia plástica é coisa séria, por menor que seja, e saber tudo sobre o procedimento antes de realizá-lo é fundamental. Faça uma pesquisa aprofundada também sobre o assunto e analise os prós e contras.

Como é feito o pré-cirúrgico?

Escolha um ótimo profissional, o qual você confie e reforçamos: tire todas as dúvidas sobre o procedimento. Essa cirurgia, mesmo não sento de alto risco, irá modificar seu rosto, então é extremamente importante saber tudo sobre ela.

Como todos os procedimentos de caráter cirúrgico, o preparo começa bem antes do dia da cirurgia. É preciso realizar alguns exames antes de mais nada, para que possa ser verificado o risco de complicações durante a bichectomia. Caso você seja fumante, deve suspender o consumo de cigarros por um mês, visto que o consumo de cigarro atrapalha o processo de cicatrização.

Como é o pós-cirúrgico?

Ainda que seja um procedimento relativamente simples, seu rosto passou por um processo em que foi cortado e aberto, então não é incomum sentir dor, até mesmo por se tratar de uma região bastante sensível do corpo. O cuidado deve ser redobrado, afinal, um corte nessa região tão sensível (ainda que feito na parte interna da bochecha, tem chance de infecção, o que pode desencadear problemas maiores.

Geralmente são indicadas compressas que servem para aliviar a dor e inchaço do local e também uma mudança nos hábitos alimentares, que não irá conter nada muito sólido, apenas alimentos como chás, sucos, iogurte, sopas, entre outros. É preciso muito repouso também. As atividades como trabalho, faculdade ou escola deverão ser suspensas, afinal, seu corpo precisa de tempo para poder se adaptar a essa mudança.

Consulte um cirurgião plástico de confiança e discutam a possibilidade de realizar a bichectomia.

Confira o vídeo que separamos para você sobre o assunto:

?Quelóide: identificando e tratando?

A cicatriz mais temida entre as mulheres. Ele mesmo: o queloide. Geralmente apresenta um formato inchado e muito desagradável de se olhar. É comum ser confundido com outros tipos de cicatrizes, que por sua vez são incorretamente qualificadas como queloides e precisam de tratamento para regredirem até o estado de uma cicatriz comum.

Discutiremos agora o que qualifica uma cicatriz como queloide e como pode ser tratado, além de outros tipos de cicatriz que são confundidas com o queloide.

O que é e qual a causa do queloide?

O queloide se forma quando a pele produz colágeno de forma excessiva. O colágeno é uma proteína que o corpo usa para unir a pele que tenha sofrido um corte. Com o excesso dessa “cola”, a cicatriz acaba atravessando a pele saudável e formando uma calosidade geralmente dolorida e avermelhada, que caracteriza o queloide. A cicatriz hipertrófica é a mais confundida com o queloide, pois ela cria um relevo na pele ferida. A principal diferença é que a cicatriz hipertrófica  desaparece naturalmente, após algum tempo da cirurgia (de 6 a 16 meses). Qualquer outro tipo de cicatriz não caracteriza um queloide e não deve ser tratada da mesma forma. Em caso de dúvida,  sempre consulte um dermatologista.

Quais os tratamentos para o queloide?

Antes de mais nada, o importante é identificar o queloide e evitar que ele progrida, porque quando mais cresce, mais difícil  é fazê-lo regredir. Pressioná-lo por com bandagens ou placas de silicone para fazer com que o excesso de colágeno não desponte na pele é um bom começo, e então faça um tratamento com corticoides, que vai impedir o acúmulo de colágeno.

Os lasers também são uma forma de tratamento, porém, ainda não tem eficiência comprovada, por esse motivo não são recomendados. A betaterapia, no entanto, é considerada um dos métodos mais eficazes no tratamento dos queloides. A betaterapia é um tipo de radioterapia para a pele, que faz com que o fibroblasto diminua a produção de colágeno, diminuindo assim a expansão do queloide.

Outra terapia, porém considerada mais extrema, é a operação do queloide, que “reinicia” a cicatriz. Ainda neste caso, o ideal é começar a betaterapia um dia depois da cirurgia.

É possível conviver com queloides?

Sim. Apesar de irem contra o padrão estético, alguns queloides acabam se formando , mesmo com todos os cuidados. Apesar de cicatrizes nunca serem muito agradáveis, também não podem ser encaradas como motivo para a perda da autoestima nem da autoconfiança. Se a cicatriz for um motivo para tirar sua paz, uma dica é criar uma tatuagem ou outros tipos de artes corporais para disfarçar queloides que não podem ser tratados, e cicatrizes em geral.

O principal, nesse caso, é tentar manter sua saúde e aprender a conviver com pequenos queloides. Sempre cumpra o pós-operatório à risca, sem desobedecer às ordens médicas. Essa é uma excelente forma de evitar dificuldades de cicatrização e queloides ou outras cicatrizes, que aparecem quando os pontos cedem demais.

Ser feliz, seja com ou sem queloide, é a coisa mais importante!

Confira o vídeo que separamos para você sobre o assunto:

?Cirurgia plástica: cuidados e questões relacionadas?

Apesar de comum nos dias de hoje, cirurgia plástica é um tema bastante polêmico. Ainda mais no que se refere às motivações que levam as pessoas a fazê-las. Sempre que vemos artistas e pessoas famosas apelando a elas, seja para para conter o avanço do tempo ou para se manterem dentro dos padrões de beleza, pensamos no quanto isso pode ser prejudicial para uma sociedade que é influenciada por pessoas da mídia, e talvez a forma como as pessoas encaram estes procedimentos pode estar errada.

Por esse motivo, resolvemos comentar sobre os cuidados que as pessoas devem tomar antes mesmo de optar por uma cirurgia plástica e também o quanto podemos estar equivocados na forma como tratamos nossos corpos.

Para quem é feita a cirurgia plástica?

A cirurgia plástica deveria ter como intuito o aperfeiçoamento de nossos corpos, para que pudéssemos criar uma imagem externa que tenha mais relação com a forma como nos sentimos por dentro. Se, devido a algum problema ou  até mesmo por dificuldades da vida, ganhamos mais peso do que o desejado, ou temos alguma marca de nascença que nos incomode profundamente, ou ainda algum aspecto do corpo que não nos agrada, como a falta de simetria entre os seios e os quadris, ou algo nesse sentido. Esses deveriam ser os principais motivos.

O grande problema, é que nem sempre são esses os motivos que nos levam a fazer uma, ou até mesmo várias cirurgias plásticas.

Várias vezes ouvi histórias de mulheres bem jovens que fizeram cirurgias plásticas perigosas devido às pressões da sociedade ou até mesmo dos familiares. Isso é muito triste.

Devemos ter plena consciência de  que precisamos agradar apenas a nós mesmas quando tomamos a decisão de fazer uma cirurgia plástica.

Preciso de acompanhamento psicológico antes?

Sim. Essa é uma parte imprescindível do processo da cirurgia plástica. Além de investigar a fundo quais as motivações para tal procedimento, o acompanhamento psicológico prepara a paciente para encarar as mudanças que vão acontecer na vida dela como resultado da cirurgia plástica.

Mesmo que seja uma cirurgia plástica considerada pequena, ser sedada e acordar diferente, mesmo que ciente previamente disso, pode ser bem chocante, ainda mais se a marca ou a imperfeição que foi corrigida tenha sido algo traumático.

Para algumas, mesmo após a cirurgia, a marca continua. Por esse motivo o acompanhamento psicológico se torna imprescindível. Caso você esteja em situação semelhante e deseja realizar uma cirurgia plástica, procure um psicólogo antes, pois isso pode ser algo bem mais sério do que um problema estético, visto que a forma como enxergamos a nós mesmos pode ser nublada por problemas psicológicos.

O que fazer após a cirurgia plástica?

Não há nada novo no fato de que existe um certo período de recuperação física de, ao menos um mês após a realização da cirurgia plástica, no entanto,  algumas pessoas podem enfrentar maiores dificuldades de adaptação do que isso.

Um detalhe bem importante, especialmente quando falamos de cirurgias plásticas relacionadas à emagrecimento, é questionar se a causa do ganho de peso foi tratada antes da cirurgia plástica, pois  realizar, por exemplo, uma abdominoplastia, para após um período recuperar o peso que havia sido perdido e anular os resultados da cirurgia, além de causar riscos de desenvolver algum efeito colateral, é algo bastante complicado.

Sendo assim, é sempre importante ser muito sincera consigo mesma e também durante o acompanhamento psicológico pré-cirúrgico, mesmo que isso signifique adiar ou até mesmo descartar a possibilidade de realizar o procedimento naquele momento.

Que tal conferir o vídeo que separamos para você sobe o assunto?

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