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joscelitom@bol.com.br
REFLETINDO O EVANGELHO
A PARÁBOLA DOS SERVOS - Mateus 25, 14-30
"Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito."(Mt 25,21)
Esta
parábola, tendo provavelmente em sua origem algum dito de Jesus, parece
ter sofrido acréscimos e adaptações quando veiculada
entre as primeiras comunidades. As imagens da parábola são extraídas
de uma sociedade oportunista consagrada ao mercado em busca do lucro.
Na parábola, o senhor ambicioso, ao viajar, determina a seus três
servos que façam render seu dinheiro. Os dois servos mais "fiéis"
fizeram o dinheiro render cem por cento. Contudo um servo mais tímido,
temeroso da severidade do patrão, não querendo correr risco,
escondeu o dinheiro que recebeu e devolveu-o tal qual. O senhor, afirmando-se
como sendo aquele que "colhe onde não plantou e ajunta onde não
semeou", qualifica o servo tímido de mau e preguiçoso.
Os dois servos fiéis e eficientes foram exaltados e o servo tímido
foi lançado fora. A sentença final, "a quem tem será
dado mais... daquele que não tem será tirado", é
típica da sociedade excludente e concentradora de riquezas. A parábola
tem um certo aspecto de caricatura irônica da sociedade. Suas imagens
são pouco condizentes com a revelação de Jesus de Nazaré,
manso e humilde de coração, que vem trazer vida para todos,
sem exclusões. O Reino de Deus é o reino dos pobres, mansos,
pacíficos e misericordiosos, com fome e sede de justiça e partilha.
Com certo constrangimento, a parábola tem sido entendida como uma advertência
aos discípulos afim de que façam frutificar seus dons pessoais,
a serviço da comunidade e da sociedade.
Na primeira leitura, a mulher que, com seus dons, trabalha tanto no serviço
doméstico como na produção para o sustento da família,
é louvada. Na segunda leitura Paulo estimula as comunidades à
vigilância, a qual significa o serviço e o amor mútuo.
Assim sendo, neste domingo, procuremos viver o amor na prática: servindo,
partilhando e construindo um mundo melhor para todos.
Dia-a-dia
RELÍQUIAS
Domingo, 16, a Diocese recebe as relíquias de Santa Margarida Maria
de Alacoque. A veneração acontecerá a partir das 9h,
na Catedral de Santa Luzia. Essa peregrinação deseja aprofundar
ainda mais a fé em Jesus Cristo, sob a devoção ao Coração
de Jesus; experiência mística vivida por Santa Margarida Maria.
RELÍQUIAS
E IMAGEM DE SANTA LUZIA
Quero registrar aqui a minha grande alegria e satisfação em
poder acompanhar, desde ontem, a visita da imagem e relíquias de Santa
Luzia pelo Médio Oeste. Fomos recebidos de forma maravilhosa, com emoção,
espiritualidade e extremo espírito de fé pelos devotos de Itaú,
Martins, Umarizal, Almino Afonso e Patu. Saímos fortalecidos em nossa
fé e missão, convictos de que a devoção à
Virgem de Siracusa cresce a cada dia em nosso Estado. Que coisa linda!!!!
FELICIDADES
Mando, antecipadamente, meus votos de muitas felicidades, paz e harmonia para
minha querida amiga Lena e seu noivo Yuri. O casamento acontecerá no
próximo domingo, 23, na Capela de Mãe Rainha, às 17h30.
Estaremos lá, com todo prazer, orando para que Deus os una para sempre.
Amém!
NOSSA
SENHORA
A Festa em honra a Nossa Senhora das Graças, no conjunto Vingt Rosado,
tem mobilizado um enorme número de fiéis devotos que buscam
na intercessão da Mãe de Jesus às graças para
sua vida. O novenário acontece desde o dia 13 e vai até o dia
23, sempre às 19h30, na Capela dedicada a Senhora das Graças
na 1ª etapa. Estaremos lá, pregando dia 22.
PADROEIRA
DE NATAL
A Festa de Nossa Senhora da Apresentação, padroeira da Arquidiocese
e da cidade do Natal, já acontece desde a terça-feira,11. Celebrada,
pela primeira vez, em 1753, a festa é uma tradição de
mais de dois séculos e meio. Em 2008, completam-se 255 anos de devoção,
que os fiéis vivenciam participando das procissões, caminhadas
matinais, novenas, missas, pregações e bênçãos.
No dia 21, às 16h, acontecerá a missa solene de encerramento
da festa, na Catedral Metropolitana.
KERIGMA
Os dez Mandamentos
do Casal. Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que
trabalhava em terapia conjugal, elaborou os "Dez Mandamentos do Casal".
Será utopia, ou realidade? Só vivendo para descobrir. São
eles: 1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo: A todo custo evitar a explosão.
Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é
necessária. Então, será preciso que um dos dois acione
o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação
conflitante. É preciso nos convencermos de que na explosão nada
será feito de bom. 2. Nunca gritar um com o outro: A não ser
que a casa esteja pegando fogo. Quem tem bons argumentos não precisa
gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Gritar é
próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos
gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.
3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro:
Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor.
Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão
pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não.
Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão,
permita que o outro ´vença´, para que mais rapidamente
ela termine. 4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo
com amor: A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo
de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que
for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações.
Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar
duas qualidades do outro. 5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado:
A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser
caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros
passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles.
Certamente não é isto que queremos para a pessoa amada. Primeiro
conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros. 6. A displicência
com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge:
Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das
pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge
é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja
atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações. 7. Nunca
ir dormir sem ter chegado a um acordo: Se isso não acontecer, no dia
seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar
acumular problema sobre problema sem solução. Os problemas da
vida conjugal são normais e exigem de nós atenção
e coragem para enfrenta-los, até que sejam solucionados, com o nosso
trabalho e com a graça de Deus. 8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer
ao outro uma palavra carinhosa: Muitos têm reservas enormes de ternura,
mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro,
é preciso dizer isto também com palavras. Mas isso deve ser
feito com sinceridade. 9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas:
Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que
admite o seu erro demonstra ser honesta, consigo mesma e com o outro. Quando
erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer
o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com
o propósito de não repeti-lo. Isto é ser humilde. 10.
Quando um não quer, dois não brigam: É a sabedoria popular
que ensina isto. Será preciso então que alguém tome a
iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta
iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a
melhor maneira será "não por lenha na fogueira", isto
é, não alimentar a discussão. Portanto, antes de entrarmos
no recinto sagrado do lar, é preciso deixar lá fora as mágoas,
os problemas e as tensões. Estas, até podem ser tratadas na
família, mas, com delicadeza, diálogo, fé e otimismo.